Cientista da Cassini por um dia


Esta competição da ESA e da NASA desafiou os alunos a tomarem decisões sobre as próximas observações da sonda Cassini, tomando o lugar de cientistas espaciais. Conheça os alunos vencedores.


Nível etário – 16 a 18 anos

Os lagos de Titã  

Aluno:  Diogo Vicente Mendes 
Professor: José Rebuge 
Escola Secundária Antero de Quental, Ponta Delgada 


O hexágono de Saturno

Aluno: Gonçalo Paiva Gouveia; Pedro Miguel Carapito Ruas
Professora: Lídia Madeira Afonso Figueiredo 
Escola Secundária Quinta das Palmeiras, Covilhã

 

Nível etário – 13 a 15 anos


Os lagos de Titã 

Alunos: Alexandre Miguel Bento; José Florêncio; Tiago Miguel Ricardo  
Professor: Luís Miguel Horta 
Escola Básica 2,3 D. Miguel de Almeida, Abrantes


Os jatos gelados de Encelados 

Alunos: Beatriz Romão; Dinis Lopes; Rita Isabel Marques 
Professor: Luís Miguel Horta 
Escola Básica 2,3 D. Miguel de Almeida, Abrantes


Os jatos gelados de Encelados 

Aluno: Afonso Falcão Ponce de Leão Paulouro 
Professor: Mário Melo 
Colégio Moderno, Lisboa

 

Conheça todos os vencedores desta competição, a nível europeu, na página da Agência Espacial Europeia.

 

Qual destes três astros escolheria?

Se fosse um cientista da missão Cassini, que objeto escolheria para estudar: os jatos gelados de Encelados, os lagos de Titã ou o hexágono no polo norte de Saturno? 

Este foi o desafio lançado aos alunos europeus de todos os níveis de ensino com o intuito de os levar a conhecer a missão Cassini e de fomentar o pensamento científico. 

Para participarem no concurso, os alunos deviam estudar cada um dos astros propostos e explicar quais as observações que produziriam os melhores resultados científicos, justificando a razão da sua escolha. Os trabalhos deveriam ser escritos em português.

Os astros propostos são:

   

Os jatos gelados de Encelados.
Géiseres de gelos que estão a alimentar um dos anéis de Saturno.

Os lagos de Titã.
O único mundo, além da Terra, com um oceano à superfície.
O hexágono de Saturno.
O polo norte de Saturno tem uma forma inesperada.

Ao carregar nas imagens poderá obter mais informação (em inglês) sobre os vários astros.

Elegibilidade: 

Os alunos teriam de preparar um trabalho escrito (máximo 500 palavras) e submetê-lo até dia 3 de abril de 2017, às 22.59 hora de Portugal Continental. Não serão aceites trabalhos enviados pelo correio.

Os alunos devem ter entre 10 e 18 anos, sendo os trabalhos avaliados em três categorias:
10 aos 12 anos
13 aos 15 anos 
16 aos 18 anos

Os alunos podem participar individualmente ou em grupos de no máximo 4 alunos.

Cada aluno só pode participar uma vez.

Missão Cassini-Huygens

A missão Cassini-Huygens é uma missão da ESA, da NASA e da Agência Espacial Italiana (ASI).
Em 2004, depois de uma viagem de quase sete anos a nave espacial, composta pela sonda Cassini (NASA) e pela sonda Huygens (ESA), entrou pela primeira vez em órbita de Saturno. Mais informação.

Em janeiro de 2005, a sonda Huygens pousou na superfície de Titã, a maior lua de Saturno. Esta foi a aterragem mais distante da Terra, e a única no Sistema Solar exterior. Mais informação.

A sonda Cassini ainda está em órbita de Saturno, fornecendo aos cientistas imensas informações sobre o planeta gigante e as suas luas. A missão Cassini está agora na sua fase final, tendo mais dois anos para ir até o final da sua missão. Espera-se que as órbitas finais da Cassini, que terão lugar em 2017, sejam espetaculares. A sonda irá orbitar perto de Saturno e dos seus anéis, antes de um mergulho final sobre a atmosfera de Saturno em setembro de 2017. Atualmente a trajetória da Cassini encontra-se dentro do plano equatorial de Saturno, permitindo uma última série de voos rasantes perto das luas geladas de Saturno.

A missão Cassini-Huygens nasce de uma forte participação europeia

A sonda Huygens foi desenvolvida pela ESA, e muitos países europeus estiveram envolvidos no desenvolvimento dos 12 instrumentos a bordo da sonda Cassini. Os dados enviados para a Terra pela sonda Huygens, juntamente com os dados da missão Cassini, são estudados por centenas de cientistas de todo o mundo. Muitos dos cientistas que participam nesta missão internacional de exploração e descoberta são europeus.

                              



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